
Queres saber mais sobre este perfume?
Santal abre com um cardamomo fumado, um toque de framboesa e uma pitada de tomilho. O coração reúne íris suave, açafrão e nagarmotha, de aura oriental. O fundo é conduzido por um sândalo decadente acompanhado de castóreo animal e couro.
Santal de Kintsugi é um eau de parfum assinado pelo perfumista checo Martin Švach para esta casa de Praga que compõe os seus perfumes em Grasse. A marca apresenta-o como um acto de rebeldia quotidiana, o de quem pede um corretto em vez de um espresso numa segunda-feira de manhã.
Pede outono, inverno e noite. Se procuras o lado mais fumado da casa, Phénix vai para o fumo, o café e o tabaco. Com duas ou três borrifadelas é suficiente. A framboesa da saída dá-lhe uma abertura mais amável do que seria de esperar, e o couro e o castóreo surgem depois, quando o perfume já assentou na pele, para deixar um rasto seco, quente e bastante pessoal.
Que cheiro tem Santal de Kintsugi?
Santal de Kintsugi cheira a cardamomo, framboesa e tomilho na saída, a íris, nagarmotha e açafrão no coração, e a sândalo, castóreo e couro no fundo.
Quem assina Santal de Kintsugi?
Santal é assinado pelo perfumista checo Martin Švach para Kintsugi, casa de Praga que compõe os seus perfumes em Grasse. É um eau de parfum.
Quando usar Santal de Kintsugi?
Santal de Kintsugi destaca-se no outono e no inverno e à noite, quando o sândalo, o castóreo e o couro têm espaço.
O que tem que ver Santal com o kintsugi japonês?
Santal é da Kintsugi, casa de Praga que toma o nome da técnica japonesa de reparar a cerâmica partida com laca e ouro, deixando as fissuras à vista. Segundo a marca, os seus perfumes são esse ouro que ilumina as cicatrizes que todos levamos.

